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| Sol de 20 de Setembro de 2013 |
Todo o esquema é um hino às más práticas, à confusão de interesses e à corrupção. Como é que o presidente de um banco acha normal prestar consultoria (e do tipo em causa) a um cliente seu? E o banco de Portugal não se dá conta? Ou não opina nada? E como é possível que as finanças só se dão conta do recebimento quando o senhor aproveita uma amnistia para legalizar o recebimento, que relembro não foi incluído na declaração de rendimentos inicial.
Uma autentica pouca vergonha.
Num país normal este senhor era engavetado por uns bons anitos. Neste Portugal dos pequeninos, como o senhor é poderoso, nada, absolutamente nada se passa ou passará.

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