quarta-feira, 16 de abril de 2014

É inacreditável ao que chegámos, para as coisas serem postas nestes termos

In JN de 16 de Abril de 2014

Cortes de 1.400 milhões já são tidos como suaves.

O essencial destes cortes é em despesas dos ministérios o que de duas uma: ou  muitos serviços públicos vão ver o seu funcionamento fortemente condicionado (ainda mais), ou antes de racionalizar o funcionamento do Estado o governo preferiu cortar em pensões, por exemplo (relembro que o último corte tem um efeito de menos de 200 milhões de euros/ano....).

Por ouro lado, acho fantástico que toda a gente dê  já como certo cortes adicionais nos salários e pensões e/ou cortes definitivos.

É revoltante.

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