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| In JN de 16 de Abril de 2014 |
Cortes de 1.400 milhões já são tidos como suaves.
O essencial destes cortes é em despesas dos ministérios o que de duas uma: ou muitos serviços públicos vão ver o seu funcionamento fortemente condicionado (ainda mais), ou antes de racionalizar o funcionamento do Estado o governo preferiu cortar em pensões, por exemplo (relembro que o último corte tem um efeito de menos de 200 milhões de euros/ano....).
Por ouro lado, acho fantástico que toda a gente dê já como certo cortes adicionais nos salários e pensões e/ou cortes definitivos.
É revoltante.

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