Tudo o que são serviços de atendimento (e isto vai para além dos serviços públicos) está a sofrer processos de mudança acelerados que têm em comum uma certa complexificação do acesso, eliminação do contacto pessoal direto, e burocratização/normalização dos procedimentos. Entendo que há razões de eficiencia e custo na base destas medidas, mas há também implícita uma gigante desumanização, e tipicamente um abaixamente significativo da qualidade do atendimento, sobretudo para tratar de questões fora do standard.
Isto é verdade na saúde, mas também, nas finanças e outros serviços públicos, e é também verdade no acesso a serviços privados com atendimento como bancos, serviços de apoio de telecomunicações, supermercados (máquinas de autoserviço), etc.

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