É deprimente este processo de colocação de sectores estratégicos inteiros em mãos estrangeiras - curiosamente de empresas públicas de outros países.
Para satisfazer as exigências dos credores "custe o que custar" cende-se ao desbarato o futuro do país.
E fica toda a gente muito contente porque vamos receber 600 M€.... que pobreza de espírtio, que leviandade, que erro colossal.
No meio disto tudo, a presença de vários ministros, o discurso em inglês do Gaspar, os risos de circunstancia ... tudo é demasiado deprimente.

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