Passos Coelho é uma triste representação a vários níveis do que estragou Portugal.
Formado politicamente numa jota, onde aprendeu toda a boa escola do jogo de influencias e poder, saltou para o Parlamento onde não consta ter deixado especial marca, e entretanto foi trilhando o seu pseudo-caminho na vida empresarial, trabalhando sempre como alto dirigente (ele que não foi especialmente rápido a terminar o curso) em várias empresas ligadas aos seus amigos do PSD.
É nestes meandros que confirma a sua capacidade para, utilizando a sua boa carteira de contactos, promover negócios entre as empresas privadas onde trabalha e o Estado, nos quais vai sacando dinheiro que remunera serviços prestados ao Estado de necessidade sempre discutível, para dizer o mínimo. Mas sempre dentro da lei formal - a "vergonha na cara" não entra neste campeonato.
Esta é a gentinha que vive há anos no dito sector privado, mas naquele segmento especial que sempre viveu à custa da "teta" do Estado.
O episódio da ONG é só mais um triste episódio dos que o Sr. terá protagonizado.

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