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sexta-feira, 19 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
A quem interessa que nada mude.....
Isso mesmo, à direita mais rançosa, a pesudo-elite da influencia, do poder, dos jogos de bastidores, das negociatas, de Cavaco, .... enfim, quem nos enfiou neste buraco.
É a esta gente que interessam as salvações nacionais.
É a esta gente que assustam as eleições, o debate de ideias, os caminhos diferentes.
Para eles vivemos no melhor dos mundos, e querem que nada mude.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
A inenarrável Assunção
Uma maçada a democracia não serem só cravos na lapela, mas também povo chateado que se manifestado no hemiciclo....
quarta-feira, 10 de julho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
A dificuldade agora é criar um programa de governo comum
E a tradicional tendência para jogar ao centro do PS para não perder eleitores não ajuda nada.
Estamos numa fase em que a convergência de posições era muito importante, mas receio que para o PS o sair da linha do governo actual resume-se a renegociar as condições do resgate - e isso é curtíssimo.
Rejeitar de forma clara a austeridade, concertar uma posição com os países do sul, cortar com o lambe botismo à Alemanha, pensar e discutir um modelo de crescimento, discutir novas formas de financiamento (a este propósito um artigo desta semana do Nicolau Santos no Expresso sobre o financiamento interno é mais que pertinente), discutir abertamente um cenário de saída do euro ... penso que neste plano seria possível aproximar as esquerdas.
Não tenho dúvidas que o BE alinharia, talvez o PC chegasse a embarcar numa aventuras destas... mas e o PS - essa para mim é a grande incógnita. E estou bastante pessimista....
quinta-feira, 30 de maio de 2013
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Da legitimidade da governação
Não sou dos que confundam resultados de sondagem com eleições.
Mas quando o programa político seguido em 2 anos é o determinado pelos memorandos sucessivos da Toika, é evidente que estes números devem questionar até que ponto há legitimidade democrática no que se está a passar.
E mais quando os conflitos com a Constituição começam a ser uma constante.
Sim, porque resultados deste tipo tipo não admitem 2 interpretações: o povo, os cidadãos, os eleitores para quem esta gente (o governo) era suposto estarem a trabalhar, começam a estar MESMO fartos.
sábado, 18 de maio de 2013
2 anos de retrocessos
Ao fim de 2 anos (apenas) de Troika no país, pagamos os empréstimos com "língua de palmo".
Neste período os portugueses que dependem do seu trabalho (ou de pensões) perderam parcelas significativas do seu rendimento, os impostos aumentaram brutalmente, a economia encontra-se em queda livre, o desemprego disparou... enfim para a generalidade dos portugueses tudo piorou.
Sob a capa de balelas como "gastos acima das possibilidade", "oportunidades em tempos de crise" e "caminhos inevitáveis", eliminou-se o debate sobre as opções políticas concretas, as opções de país que se quer construir e de futuro que se quer ter, e centrou-se (ainda mais) todo o esforço na discussão do curto prazo, na barbaridade que o governo quer fazer a seguir, na avaliação seguinte da Troika, nas medidas e cortes adicionais necessárias após cada meta falhada...
Temos mais 2 anos de governo Passos pela frente, um presidente que é defensor do status quo e um país refém do medo do que aí vem.
Temo o pior.
Gostava que houvesse um levantamento contra este estado de coisas. A solução está claramente em meter medo a quem hoje nos quer amedrontar.Tenho a certeza que a solução está na rua, na vontade da maioria. Mas como a fazer expressar?
Que grande desafio para a democracia.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
A vigarice como modelo de governo
O governo fez da aldrabice uma forma de estar.
Aqui está mais um coelhinho tirado da cartola, com um expediente para disfarçar buracos, que afecta os de sempre...
terça-feira, 5 de março de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Portugal pouparia 15M€....
... se tivessemos um governo interessado em defender o país.
Mas não está, apenas deseja "honrar os compromissos", leia-se satisfazer os credores, custe o que custar.
Mas não está, apenas deseja "honrar os compromissos", leia-se satisfazer os credores, custe o que custar.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
O regulador regulado
A subserviência do Banco de Portugal aos bancos cuja actividade é suposto supervisionar começa a ser escandalosa.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Este Relvas não existe
O Sr. da Ponte até foi escolhido por ele mas agora está a revelar opiniões divergente. Uma chatice!!
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