sábado, 18 de maio de 2013
2 anos de retrocessos
Ao fim de 2 anos (apenas) de Troika no país, pagamos os empréstimos com "língua de palmo".
Neste período os portugueses que dependem do seu trabalho (ou de pensões) perderam parcelas significativas do seu rendimento, os impostos aumentaram brutalmente, a economia encontra-se em queda livre, o desemprego disparou... enfim para a generalidade dos portugueses tudo piorou.
Sob a capa de balelas como "gastos acima das possibilidade", "oportunidades em tempos de crise" e "caminhos inevitáveis", eliminou-se o debate sobre as opções políticas concretas, as opções de país que se quer construir e de futuro que se quer ter, e centrou-se (ainda mais) todo o esforço na discussão do curto prazo, na barbaridade que o governo quer fazer a seguir, na avaliação seguinte da Troika, nas medidas e cortes adicionais necessárias após cada meta falhada...
Temos mais 2 anos de governo Passos pela frente, um presidente que é defensor do status quo e um país refém do medo do que aí vem.
Temo o pior.
Gostava que houvesse um levantamento contra este estado de coisas. A solução está claramente em meter medo a quem hoje nos quer amedrontar.Tenho a certeza que a solução está na rua, na vontade da maioria. Mas como a fazer expressar?
Que grande desafio para a democracia.
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