
Estamos numa fase em que são tidos como normais níveis de ingerência externos absolutamente inaceitáveis.
Creio que só a experiência muito recente de 40 anos de ditadura (e de uma ditadura que trabalhou na submissão total dos cidadãos, criando uma cultura de busca da optimização da situação individual e absoluta abandono do que é a acção colectiva ou interesse comum), explica a passividade com que estas noticias aparecem e não geram qualquer tipo de reacção...
Só em aspecto menores da vida colectiva (no desporto por exemplo, e em particular no futebol) é que o cidadão comum manifesta o seu sentimento nacional. Em tudo o resto parece que não é nada com ele, ou pior, toma as coisas como inevitabilidades....

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