O senhor em vez de dar um murro na mesa e acabar com o arrufo de namorados, anda a apadrinhar reconciliações. Lamentável. Nem para os da sua ala política serve.
E já agora, as reacções da rua passam-lhe ao lado, claro.
É o que dá a concretização do sonho da direita um presidente (irrelevante) - uma maioria (para fazer número) - um governo (em roda livre).
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