A administração da RTP começou por reagir contra os planos anunciados para a empresa pelo dótor Borges, tomando a atitude coerente com aquilo que considerava a defesa da empresa.
No entanto, uma semana passada "acagaçou-se" e pede por sua iniciativa a demissão.
A falta de espinha dorsal desta gente é lamentável. Pelos vistos a defesa da empresa tinha como limite a obediência a outras entidades (quais?). Para serem consequentes teriam que esperar que o accionista os apeasse. Assim, a sua posição inicial foi completamente inconsequente.
Será que a reunião desta semana entre Passos e Seguro teve alguma influencia nesta mudança de ideias?

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