Mais um episódio de brutalidade sobre quem trabalha, mais uma vez ao que parece com especial enfoque nos funcionários públicos (esses classes de malandros) e reformados.
Ainda não são conhecidos os contornos de mais este pancada (Passos Coelho só fala às 20h), mas já se sabe que para este governo há que manter o ritmo de destruição da sociedade como a conhecemos, aproveitando o momento para mudar de forma permanente as relações sociais, cavar clivagens entre ricos e pobres, entre quem detém o poder financeiro e quem trabalha, entre quem manda e quem obedece, deixando as águas separadas para que ninguém tenha ilusões.
Este é já um dos governos mais reles da nossa história. Estamos a cair no abismo. A luta contra este estado de coisas é uma urgência.

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