Nos últimos dias tem sido explorado no espaço público as sugestões do governo para que trabalhadores no desemprego saiam da "zona de conforto" e se façam à vida no estrangeiro.
Esta sugestão, aparte a sua insensibilidade completa, é muito curioso que venha de gente que nunca na vida fez outra coisa que não fosse estar na "zona de conforto" da política ou das benecesses que a mesma propicia - em particular o Sr. primeiro ministro não me venha com a conversa que foi 10 anos trabalhador como os outros, porque ser administradores de empresas de amigos, companheiros de partido, lamento mas não entra nessa definição.
Aparte a cretinice da sugestão, acho que um governante que não encontra espaço no país para os seus concidadão, e ainda para mais cidadão activos, com uma vida para aportar ao seu país, esse governante não é objectivamente digno de quem governa.

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