O que acho fantástico nestes animas é a sua extraordinária capacidade de sobrevivência. Mal farejam a mudança da maré lá estão eles, com pleno sentido de oportunidades, a cavargar novas ondas.
Claro que os princípios éticos não são para aqui chamados.
E será que este é o presidente autónomo e independente que a EDP e os accionistas (incluindo o Estado português) necessitavam neste momento?
Atrevendo-me a uma generalização talvez fácil, este é também um dos problemas estruturais do país: uma elite que pensa em primeiro lugar no umbigo, sem qualquer sentido de pertença (nem sequer à nação), sem qualquer fidelidade, com um discurso ultra liberal mas sentada em tronos dourados a gerir monopólios naturais ....

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