Já há dias tinha comentado aqui alguns riscos destas negociatas da incoproração dos fundos de pensões nas contas públicas. Pelos vistos a situação era bem pior do que imaginava, e os bancos, como é habitual, terão obtido contrapartidas leoninas pela medida. No actual contexto de contenção, isto é ainda mais repugnante. Mas é nisto que se vê bem claro quem manda em Portugal.

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