Esta solução é tão insólita como a forma como foi apresentada, através do já famoso assessor Borges, o tal que não sendo ministro manda mais do que se fosse um.
Dá um pouco a ideia de que se está em presença uma vez mais de uma manobra em que se começa por apresentar algo completamente inaceitável para tornar "razoável" ou menos má a decisão que afinal até já foi tomada.
Este governo tem aliás sido especialista em utilizar este expediente.

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