Acho que o governo está a entrar numa espiral de queda bastante acentuada.
Depois da austeridade aceite por um povo paciente, começarem lentamente a parecer críticas: primeiro eram problemas de comunicação, depois apareceram os primeiros críticos dentro do CDS (Ribeiro e Castro) e PSD (António Capucho), começou-se a perceber que a austeridade afinal não era para todos, começaram as sucessivas trabalhadas do Relvas, as barracadas do Álvaro, os protesto dos trabalhadores dos transportes, professores e médicos (sobretudo), a confusão com as contratações dos enfermeiros, começam-se a fazer sentir os cortes feitos ao longo dos últimos meses, as vaias ao 1º ministro repetem-se, as manifestações começam a suceder-se a ritmo acelerado, ....
As sondagem começam a dar também (finalmente) o governo em queda (tal como o Presidente da República, facto novo e que é o retrato de um mandato lamentável do senhor).
Com a pressão, os desconfortos internos começam-se a sentir e acho muito significativo que um homem sempre muito alinhado com o PSD dê origem a este título....
Parece-me que a partir daqui será sempre a descer. E que será Portas a determinar fim do governo. Só não se sabe quando....

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